>> Ideias e sujestões

Você tem alguma idéia ou sujestão para esse Blog?
Me envie um email com sua idéia e responderei o mais rápido possivel!

Email - karina.pinotti@hotmail.com

Estarei aguardando a sua mensagem!

Muito obrigada e seja bem vindo (a) ao Planet of Death

domingo, 1 de fevereiro de 2009

IRON MAIDEN de volta ao BRASIL em 2009! (Confira as datas e as cidades)


Essa parte da turnê marca o retorno da banda, após seis longos anos, ao Rio de Janeiro e a primeira vez da banda na capital federal e nas cidades de Recife e Manaus. O retorno a São Paulo será diferente, devido a grande procura por ingressos e ao quase que instantâneo ESGOTAMENTO dos mesmo 40.000 ingressos quando da apresentação do Iron Maiden no estágio palestra Itália no início deste ano, a organização decidiu tomar uma abordagem diferente e TENTAR não deixar ninguém para fora do espetáculo. A banda voltará a São Paulo e apresentar-se-a, no Autódromo de Interlagos, local esse que conta com uma capacidade considerável de público. Será o 4º grande evento, não automobilístico, a realizar-se no autódromo, sendo que os predecessores são: O show do Kiss 3D em 1999, o Skol Beat Eletronic Dance Brasil e a visita de sua santidade, O Papa (Um tanto quanto irônico THE NUMBER OF THE BEAST ser tocada no mesmo chão em que sua santidade pisou hein?!?! (6)).

Calendário Brasil!
12/03 - MANAUS, Sambódromo
14/03 - RIO DE JANEIRO, Praça da Apoteose
15/03 - SAO PAULO, Autódromo de Interlagos
18/03 - RECIFE, Estádio Municipal
20/03 - BRASILIA, Brasília Camping

domingo, 11 de janeiro de 2009


Entrevista com Lacrimosa (Tilo Wolff)

Tradução Paulie Hollefeld

LacrimosaA Seguinte entrevista foi concedida por Tilo Wolff a um programa de rádio de belgrado, Croácia, durante a turnê européia da banda em maio de 2007. Tilo fala da relação com os fãs, a atual cena gótica e seus novos valores, e da influência da religião na música da banda. Considerando que Tilo raramente dá entrevistas, é um milagre que tenha aceitado falar sobre assuntos tão diversos e pessoais.

Como têm sido a recepção ao lançamento de Lichtjahre nesta turnê ? Vocês têm exibido trechos dos vídeos antes dos show certo ?

Eu não tenho palavras para agradecer suficientemente nosso público. Eu sei que acaba sendo meio clichê, pois toda banda diz isso. Mas nossas fãs são incomparáveis. Temos de levar em consideração que a maioria das pessoas não entende as letras, mesmo aquelas com um alemão razoável, existe sempre duplas ou triplas interpretações para nossas letras e nossa forma de expressar a melodia do Lacrimosa.


Vocês têm tocado quase todas as músicas do Lichtgestalt ao vivo não ?

Isso pode variar de show para show. Tocar o mesmo set list toda a noite pode ficar meio estressante e até mesmo enfadonho. Mas quando temos um material que funciona tão bem ao vivo, é impossível não fazer o máximo de uso delas.


Podemos afirmar que você perdeu um pouco o preconceito contra festivais ? Há várias datas marcadas para o Lacrimosa em festivais em sua agenda.

Não é exatamente preconceito. Tivemos sérios problemas com equipamentos mal equalizados; falta de tempo hábil para passagem de som. E consideremos que nossa música não é Punk Rock que pode ser tocado de qualquer jeito em qualquer lugar e em qualquer hora. Quando tocamos em teatros, a coisa é diferente pois os nossos roadies são fantásticos e sabem exatamente o que queremos e como queremos. Em festivais, raramente somos considerados prioridades. Não quero regalias, porém, exijo respeito e profissionalismo daqueles que nos contratam pois sempre damos o melhor de nós em cima do palco. Faça sol ou faça chuva.


Vocês têm exibido o Konzert-Dokumentation und das Live-Album Lichtjahre antes dos shows. Como têm sido a recepção dos fãs a este trabalho ?

Magnífico. As vezes fico dando umas espiadelas na platéia e fico emocionado. As pessoas realmente entendem do que se trata. É Ótimo. É gratificante quando tudo aquilo que pensamos no estúdio, no período pré-estúdio, ou quando componho em turnê, ver os fãs realmente sendo introduzidos naquilo que pensei como música, como arte. Mas principalmente, como compreensão do sentimento e comportamento humano.



A música do Lacrimosa ficou menos depressiva através dos anos não ? Se compararmos com os primeiros discos.

Respeito sua opinião mas não concordo. É como ler más notícias nos jornais e não sermos afetados por elas. Não vivemos tempos de paz. Nem aqui na Europa nem em lugar nenhum. Sou afetado por tudo aquilo que leio, sinto e ouço. Apenas mudei a forma de abordar tais aspectos. Sinto que posso expressar esse sentimento universal de desesperança, medo e reclusão de outras formas. Mas sempre houve um fio de esperança em nossa música, em nossa mensagem.


Como enxerga religião hoje em dia ? Se acha uma pessoa religiosa ?

Não sou religioso. Não mais, mas tenho uma fé profunda. Fui criado na religião mas agora, é política pura hoje em dia, nada mais. A minha visão de fé hoje é completamente diferente do que era alguns anos atrás. Mas cantei num coral de igreja e isso era maravilhoso para mim. Pena que aquilo tudo parece ter se perdido na política.


A faixa Hohelied der Liebe é um trecho da bíblia não é ?

Sim. Algo especial para mim. A bíblia é um dos meus livros favoritos. Talvez o favorito de todos. A bíblia tem uma excepcional influência nas letras da banda.

Observação: Como sempre, Tilo torna-se quase monossilábico quando tocamos no assunto religião; num passado não tão distante ele teria feito comentários considerados anti-semitas, algo que nunca foi provado nem confirmado por ele.

Como explica o sucesso do Lacrimosa fora da Europa ?

Não procuro explicação para isso. É ignorância sobre certos aspectos. Ouvi de um jornalista na Bulgária: Como você lida com os latinos ? Eles são muito emocionais e bem pouco racionais não é verdade ? Recebo isto como uma ofensa. Terrível que no século XXI ainda tenhamos gente que pensa desta forma estúpida e irresponsável. E justamente de povos aqui do leste europeu que ainda sofre com tanta discriminação da Europa Ocidental.


O que é racionalidade no ponto de vista dele ?

Acho que povos de origem latinas como hispânicos, espanhóis, italianos e franceses têm mais facilidade em expressar e lidar com seus sentimentos. Eles não têm rédeas controlando suas emoções o tempo todo. Acho isso mágico. Quando estivemos no Brasil e no Chile pela primeira vez, tive uma sensação estranha; a reação e comportamento deles era muito parecida com a que recebemos na Alemanha ou na Escandinávia.

A participação deles também era muito intensa nos shows, mas muito mais parecida com as nossas. Estava acostumado a ver a reação maravilhosamente insana em DVD's de outras bandas e achei que teria o mesmo, mas eles nos surpreenderam de outras forma: cantando todas as nossas músicas num alemão excelente e bastante sentimental. Mesmo que não entendessem tudo o que era dito, uma maneira quase espiritual de se comunicar conosco. Gosto dessa diversificação de aspectos sentimentais em relação ao Lacrimosa. Nossa arte não foi e não é feita em vão.


Como lida com os boatos de que Anne poderia deixar o Lacrimosa e seguir carreira solo ?

Acho que o Lacrimosa é a carreira solo dela. Ela têm liberdade para exercer toda a maravilhosa criatividade dela dentro desta banda. Anne não é tão chegada a entrevistas, mas eu também não sou. É muito complicado ter de explicar cada mínimo detalhe de um disco para um jornalista ignorante que foi destacado para sua revista sem ter ao menos a menor noção de como funciona e o que significa nossa música. Mas isso não é culpa deles e sim de seus editores-chefe não é mesmo ?
Anne não vai deixar o Lacrimosa porquê o Lacrimosa é a vida dela, assim como é a minha. A gravidez da Anne na época levou idiotas a publicar coisas estúpidas como estas.


E o Snakeskin ? Como fica nesse jogo ?

Tenho composto material mas não tenho me sentido muito a vontade com esse material. Preciso burilar ele melhor, descobrir seus pontos fracos e transformá-los em pontos fortes. É mais pesado e inconsequente do que o trabalho regular do Lacrimosa. Tenho sentimentos confusos em relação ao Snakeskin para dizer a verdade. Mas o Canta-tronic têm sido uma grata surpresa devo dizer.


O que têm ouvido recentemente ?

Tenho ouvido bastante nossos próprios discos. Isso não é algo que faço com muita frequência. Aliás, nunca tinha ouvido tanto, testado tanto meu trabalho. Acho que é um recall. Uma forma de redescobrir pérolas que ficaram pelo caminho e recuperá-las. Acho que por bastante tempo acabei relegando boas músicas nossas para um segundo ou terceiro plano. É hora de redescobrí-las e encará-las de frente para o prosseguimento do Lacrimosa.


O metal voltou ao Lacrimosa recentemente não ?

Ele nunca esteve de fora. Mais uma vez é a nossa abordagem musical que acaba passando despercebida do modo que ele é tratado normalmente. O metal tradicional jamais me atraiu: bandas como Helloween, Grave Digger entre outras do típico metal alemão... ( interrompido pelo locutor )


Mas o Rammstein não é hoje o típico metal alemão ?

Acho que não. Acho que não. Tenho certeza que não. Gosto bastante do Mutter e acho ótimas canções também no Reise, Reise mas não identifico muito do Lacrimosa na banda de Till Lindemann. Mas acho-o um grande performer. Um grande artista e também seus companheiros.


Gostaria de ter sua opinião, seu parecer sobre bandas que citam o Lacrimosa como grande influência. Pode ser ?

Claro ! Por que não ? ( risos )


Birthday Massacre ?

Não tenho uma opinião formada sobre eles. Mas é bom saber que tantas bandas citam o Lacrimosa como influência. É como um pagamento por algo impossível de ser pago. Gratificante. Mas voltando ao BM, não conheço o suficiente para ter uma opinião formada sobre a banda. Infelizmente, quem sabe no futuro não os ouça mais atentamente.


Evanescence ?

É a minha favorita entre aquelas que nos citam como influência. Gosto da abordagem de Amy Lee. Sei que ela teve momentos muito difíceis recentemente e passou isso para sua música de forma brilhante. Conseguiu desabafar sem ser piegas. Ela é muito talentosa embora digam que ela seja mera produção do mainstream americano para combater o Gothic Metal europeu. O que não é mentira, mas ela consegue superar isso muito bem e mostrar todo o seu talento. Gosto particularmente da melodia vampiresca do The Open Door.


Lacuna Coil ?

Não vejo nada do Lacrimosa no Lacuna Coil. Absolutamente nada.


Epica ?

Tampouco. A abordagem é diferente. Não basta usar música clássica e orquestrações para soar idêntico. Acho o Epica uma banda de grande valor e que têm um futuro brilhante pela frente. Simone têm uma voz deslumbrante e que muitas vezes me lembra Anne na interpretação melancólica quando executa canções desesperadoras. É convincente.


O que acha de bandas como o Lacuna Coil e H.I.M que adaptaram seu som para conquistar o mercado americano ?

Difícil opinar sobre isso sem parecer crítico. Não sou de fugir de debates mas esse é muito complicado. Até onde podemos afirmar que eles se venderam para os Estados Unidos e naufragaram ?


Bem. Os fãs europeus e de longa data detestaram seus trabalhos recentes: Dark Light e Karmacode.

Eu não sei. Não tenho uma opinião formada sobre isso. O U2 adaptou seu som à América e funcionou. Isso sem ter resultados prejudiciais ao resto de seus fãs.


O Lacrimosa sentaria para ouvir uma proposta de uma gravadora para brilhar nos Estados Unidos ?

Jamais. Fora de cogitação.


O que podemos esperar dos novos trabalhos do Lacrimosa ?

Muita disposição em criar novos e grandes trabalhos. Poucas vezes estive tão animado com o andamento de processos de gravação. Devemos tirar um pequeno descanso de não mais que dois meses e voltaremos ao estúdio com boa parte da pré-produção já finalizada. Não há sobras de estúdios de trabalhos anteriores. Não acho que o novo trabalho, pelo menos até o que compomos até agora seja parecido com qualquer coisa que já tenhamos feito no passado.


Isso é um clichê não é ? ( gargalhadas de Tilo )

Pode ser. ( Mais risos )



Que tipo de reação de um fã te irrita ? Qual você considera desrespeitosa ?

Nunca tivemos problemas com isso. Fomos agraciados com amigos e fãs maravilhosos por toda a carreira da banda. Os fãs jamais foram inconvenientes ou incompreensíveis conosco. Mesmo quando tivemos de adiar shows por problemas de saúde, ou algum concerto que por razões técnicas ficou aquém do esperado.
Mas houve um episódio bastante engraçado quando um casal de fãs de Gotemburgo na Suécia, nos entregou um Demo CD contendo canções deles que em suas opiniões, encaixavam-se perfeitamente no estilo Lacrimosa. Achei interessantíssimo o som do casal e aconselhei que eles enviassem a demo para a Hall of Sermon. Porém, esta demo jamais chegou em minhas mãos e nunca mais tive notícias deles.

Que estranho !

( risos ) Coisas estranhas sempre acontecem no Lacrimosa. Mas se aparecer, certamente eles teriam grandes chances de obter um contrato para gravação de um disco. Eram bem talentosos.


Como os músicos de apoio da banda, lidam com uma certa obscuridade deles em relação à Anne e você ? Vocês são a imagem do Lacrimosa.

São músicos profissionais que só se importam com a música. Não há vaidade nenhuma. O Lacrimosa não é um outdoor ambulante nem de imagens nem de modelos. Só a música interessa.


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Theatres des Vampires "Biografia"





Theatres des Vampires "Biografia"



Theatres des Vampires é uma banda italiana de Gothic Metal com vocal feminino. Em suas músicas aparecem temas como necrofilia, vampirismo e satanismo. Seu primeiro álbum foi lançado em 1996, “Vampyrìsme, nècrophilie, nècrosadisme, nècrophagie”. Ao longo de sua carreira, TDV mudou muito de formação e há também uma grande diferença entre o seu primeiro álbum e o “Pleasure and Pain”, último álbum em estúdio lançado pela banda. O som de antes era mais pesado, mais cru. Formação atual Sonya Scarlet - Vocals Fabian Varesi - Keyboards Zimon Lijoi: Bass Guitar Stephan Benfante: Guitars Gabriel Valerio: Drums


segunda-feira, 23 de junho de 2008


Dimmu Borgir é uma das principais bandas de Symphonic Black Metal e Black metal melódico norueguês sendo conhecida pelos seus virtuosos arranjos de teclados, agressividade e qualidade. Índice

- Biografia Dimmu Borgir iniciou suas actividades em 1993 e foram formados por Shagrath, Silenoz e Tjodalv. A formação ficou completa quando Stian Aarstad assumiu os teclados e Brynjard Tristan no baixo. No ano seguinte 1994, lançam Inn I Evighetens Mørke um EP tornando a banda conhecida por toda a Europa. No mesmo ano 1994, lançaram um segundo EP For All Tid e foi considerada uma das principais bandas de Black Metal norueguês. Em 1996 lançaram o seu primeiro álbum de estúdio, Stormblåst. Nesse mesmo ano, a banda sofre uma mudança na sua formação saíndo Brynjard Tristan e entrando Nagash. É depois lançado o terceiro EP Devil's Path. No ano seguinte lançaram Enthrone Darkness Triumphant sendo este álbum marcado por conter mais melodias, surgindo logo as críticas de a banda ter se vendido. Ainda hoje, os mais puristas do black metal continuam a criticar a banda, apesar de esta manter sempre a agressividade.


- Membros

Membros atuais

* Shagrath (Stian Thoresen) - Voz principal - (1993-)
* Galder (Thomas Rune Andersen) - Guitarra - (2001-)
* Silenoz (Sven Atle Kopperud) - Guitarra - (1993-)
* ICS Vortex (Simen Hestnæs) - Baixo, voz auxiliar - (2000-)
* Mustis (Øyvind Mustaparta) - Teclado - (1998-)
* Hellhammer (Jan Axel Blomberg) - Bateria (membro contractado) - (2005-)

Ex-membros

* Astennu - Guitarra - (1997-1999)
* Brynjard Tristan - Baixo - (1994-1996)
* Nagash - Baixo - (1996-1999)
* Tjodalv - Bateria - (1993-1999)
* Nicholas Barker - Bateria - (1999-2004)
* Tony Laureano - Bateria - (2004-2005)
* Reno Kiilerich - Bateria - (2004-2004)
* Stian Aarstad - Teclado - (1993-1997)
* Kimberly Goss - Teclado - (1997-1998)

- Álbuns completos

* Inn I Evighetens Mørke [EP] - (1994)
* For All Tid - (1994) (Reis. 1997)
* Stormblåst - (1996)
* Devil's Path [EP] - (1996)
* Enthrone Darkness Triumphant - (1997) (Reis. 2002)
* Godless Savage Garden - (1998)
* Spiritual Black Dimensions - (1999)
* Puritanical Euphoric Misanthropia - (2001)
* Death Cult Armageddon - (2003)
* Stormblåst - Regravação - (2005)
* In Sorte Diaboli - (2007)

- Shows ao vivo / outros

* Godless Savage Garden [Compilaçao] - (1998)
* Alive in Torment [Ao vivo] - (2001)
* World Misanthropy [DVD/VHS] - (2002)
* World Misanthropy [Ao vivo] - (2002)
* Sons of Satan/Gather for the Attack [Split com Old Man's Child] - (2004)
* Godless Savage Garden Deluxe Edition (2006)

terça-feira, 15 de abril de 2008


Minha homenagem ao Cradle of Filth !


Música - Dani Filth e Daemonia - Mater Lacrimarun

Fotos - Káhh Filth

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Cradle of Filth Historia


Cradle of Filth


O Cradle of Filth pode ser considerado como uma das bandas responsáveis pela ressurreição do Symphonic Black Metal ao redor do mundo. Não que essas vertentes mais extremas do metal estivessem mortas, mas, no mínimo, podemos dizer que elas estavam restritas à um público bem pequeno. Então, seria melhor dizer que o Cradle foi um dos responsáveis pela popularização que vem ocorrendo nos últimos tempos deste estilo, abrindo espaço para outras excelentes bandas. Não é a toa que Dimmu Borgir, At the Gates, e o pessoal mais veterano como Mayhem e Emperor, conquistaram muitos fãs recentemente.

A banda foi formada na Inglaterra, no verão de 1991, e tinha como membros iniciais o vocalista Dani, o guitarrista Paul Ryan, seu irmão tecladista Ben, o baixista John Richard e o baterista Darren. Com esse line-up, gravaram uma demo em 1992, chamado "Invoking the Unclean". Logo depois gravaram um segundo demo, chamado "Orgiastic Plesure", já com o guitarrista Robin na banda. Este sai da banda pouco tempo depois, mas com a saída do baixista John Richard, ele volta para assumir o baixo, enquanto um novo guitarrista entra, chamado Paul Allender. Com todas essas mudanças, mais um novo demo é gravado, chamado "Total Fucking Darkness". Logo depois, Darren sai da banda para a entrada do excepcional baterista Nickolas Baker.

A essa altura, o Cradle era um sexteto: Dani nos vocais, Robin no baixo, Paul Allender na guitarra, Paul Ryan na outra guitarra, Ben Ryan nos teclados e Nickolas na bateria. No final de 1993, devido a repercussão de "Total Fucking Darkness", a Cacophonus Records contrata a banda, que já se destacava pelo conteúdo de suas letras e pela imagem da banda em si. Assim como as bandas mais antigas do estilo, eles vestiam-se e pintavam-se de um jeito característico, com um apelo gótico muito forte. Mas as letras eram um pouco diferentes: em vez de explorar temas como vikings e ocultismo, os temas preferidos do letrista Dani são vampiros e a lenda de Elizabeth Bathory (que teria sido uma aristocrata européia do século 16 que torturava e matava seus criados, acreditando que ao beber o sangue destes, conservaria sua beleza ao longo da eternidade). As letras de Dani também se destacam por serem muito bem escritas, com um certo apelo poético. E isso não é nada estranho ao sabermos que ele, em sua juventude, leu e estudou obras de escritores e filósofos como Nietzsche, Shelley, Baudelaire, De Sade e Byron.

O primeiro álbum da lançado pela banda saiu em abril de 1994, e se chama "The Principle of Evil Made Flesh". Nesse disco, que vendeu aproximadamente 32.000 cópias, destacam-se músicas como "The Forest Whispers My Name" e "A Crescendo of Passion Bleeding". No encarte do álbum, a banda usa "nomes artísticos", como, por exemplo, "Nocturnal Pulse" para Robin e "Dark Immortall Scream" para Dani.

A sucessão de trocas entre os membros continuava e alguns problemas entre a banda e a Cacophonus começavam a evidenciar-se também. No segundo trabalho da banda, o mini-álbum "Vempire or Dark Faerytales in Phallustein", lançado em 1996, três foram as mudanças no line-up: saíram os irmãos Ryan para darem lugar à Stuart Anstis (guitarrista) e Damien Gregori (tecladista), além da saída de Paul Allender para a entrada de Jared Demeter. Esse mini-álbum também faz relativo sucesso, aumentando a fama e a legião de fãs do grupo.

Enquanto escrevia material para um novo disco, a banda negocia sua saída da Cacophonus, e em novembro de 1996, conseguem trocar de selo. A nova casa agora é a Music For Nations. Ainda antes de um novo lançamento, mais uma mudança na formação: sai o recém chegado Jared para a entrada de Gyan Pyres.

Em 1996, a banda lança então um novo disco, chamado "Dusk ... And Her Embrance" . Produzido por Kit Woolven (Cathedral, Thin Lizzy), é um excelente álbum que tem como principais destaques a belíssima faixa que dá nome ao trabalho e a épica "Malice Through The Looking Glass". Foi produzido durante dois meses; na verdade, a banda ainda estava na Cacophonus quando começou a preparar esse disco, mas já haviam decidido lançá-lo por outro selo devido aos problemas com a antiga gravadora.

"We wanted this album to transcend the way a normal album would sound", disse Dani em uma entrevista na época do lançamento. "We wanted it to sound almost inhuman". No álbum, a banda aparece cada vez mais envolvida com vampirismo, além de misturar a isso uma certa temática erótica, realçada pelos belos vocais femininos que permeiam algumas das melhores faixas (vocais femininos já apareciam nos discos anteriores, mas em bem menor quantidade). Destacam-se ainda belas passagens orquestradas, que fazem desse disco um dos melhores do black metal dos últimos tempos. A partir dele, o prestígio da banda torna-se quase mundial, e o número de fãs agora é bem maior. Atualmente são encontradas edições especiais deste disco, como, por exemplo, uma edição digi-pack com algumas faixas bônus.

Depois de uma grande turnê de divulgação, a banda volta ao estúdio ao lado do produtor Jan Peter Genkel (Therion) para a gravação de um novo álbum, não sem antes ter mais uma mudança em sua formação : saiu o tecladista Damien para dar lugar à Lecter Smith. Assim, lançam em 1998 mais um incrível disco: "Cruelty And The Beasty". O título do disco é uma referência à uma frase do filósofo prussiano Friederich Nitzsche, que originalmente dizia: "There is no beauty without cruelty" ("não existe beleza sem crueldade"). Destacam-se nesse álbum algumas músicas arrebatadoras como "Beneath the Howling Stars" e "Desire in Violent Overture", além da sinistra "Venus in Fears". Nesse disco, temos ainda mais destacada a participação do vocal feminino da cantora Ingrid Pitt. E por fim, destaque especial para a belíssima arte final do disco, principalmente no encarte: a começar pela capa, que é uma das mais bonitas no metal nos últimos tempos (apesar de ultimamente as bandas estarem dando atenção especial a este detalhe), passando pelas páginas que possuem belas imagens da modelo Luiza Morando interpretando Elizabeth Bathory. Existe também uma edição especial desse álbum, que vem com um disco bônus contendo três músicas inéditas (uma delas em versão remix) e dois covers ("Hallowed Be Thy Name" do Iron Maiden e "Black Metal" do Venom).


Ainda em 1998, a banda participa de dois outros projetos: um tributo ao Slayer chamado "Slatanic Slaughter II", no qual a banda toca a música "Hell Awaits" – participam ainda desse tributo bandas como Vader, Benediction e Anathema; e a coletânea "Gods of Darkness", para o qual a banda contribui com "Malice Through The Looking Glass", e figura ao lado de nomes como Dimmu Borgir, Emperor, Satyricon, Mayhem e Dissection.

Depois de mais uma longa e tumultuada turnê (devido à vários problemas com grupos religiosos que protestavam contra as apresentações da banda, principalmente nos EUA), a banda tem mais uma baixa: Nickolas Baker deixa o grupo para ir tocar com o Dimmu Borgir. Ele chega a participar das gravações do último single da banda, "From the Cradle to Slave", lançado já em 1999, que tem ainda a participação de dois outros bateristas. Atualmente, quem ocupa este posto na banda é David Hirscheimer que, aparentemente, já se tornou membro efetivo. Logo depois do lançamento do single, mais mudanças: saíram Lecter Smith e Stuart Anstis (motivo: diferenças pessoais com Dani) para a volta dos guitarristas Paul Allender e Gyan Pyres. A banda continua procurando um tecladista.

Continuando em 1999, a banda participou de uma outra coletânea, chamada "Beauty in Darkness". O Cradle toca a música "Cruelty Brought The Orchids". Participam também deste projeto bandas como Crematory, My Dying Bride e Moonspell. Atualmente, a banda está trabalhando em um vídeo, que deverá se chamar "PanDaemonAeon" e deve ser lançado ainda em 1999.

Discografia



The Principle of Evil Made Flesh – 1994
Vempire or Dark Faerytales in Phallustein – 1996
Dusk...And Her Embrance – 1996
Cruelty And The Beasty - 1998


Dani Filth, vocalista do Cradle Of Filth, gravou há pouco tempo uma canção intitulada "(She’s) The Mother Of Tears".

A música, composta pelo músico Claudio Simonetti, inspirou um cineasta italiano e irá compor a trilha sonora de sua nova obra. O produtor Dario Argento escolheu a faixa para fazer parte de sua nova obra de terror, que está sendo provisoriamente chamada de “Mother Of Tears: The Third Mother”. Dani Filth deve participar também em outras canções do filme.

"Foi uma grande honra ser convidado para trabalhar ao lado de Claudio Simonetti, do Goblin, especialmente por se tratar do último capítulo de uma trilogia de Dario Argento", declarou Dani. O filme deve estrear ainda esse ano.

sábado, 22 de março de 2008







Por conta de um acidente em uma pista de boliche, Alexi Laiho terá de interromper as atividades do Children of Bodom, por, pelo menos, seis semanas. Devido a uma fratura no ombro de seu líder, o grupo não poderá se apresentar no festival Desert Rock, que ocorre em março em Dubai, nos Emirados Árabes.


Vale ressaltar que não é a primeira vez que Laiho dá trabalho à banda por causa de acidentes, no mínimo, incomuns. No início do ano passado, o guitarrista chutou a quina de um monitor em palco e acabou quebrando o dedo. Um ano antes, ele sofreu uma fratura no braço após cair de cima de um carro – na situação, o principal membro do Children of Bodom estava embriagado.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Dani Filth CORTOU O CABELO!




NOVO CABELO DO DANI...
dani filth corto o cabelo!!!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Saiba mais sobre VAMPIROS!





















Desde os primórdios o sangue representa como ícone, o símbolo da vida. O sangue correndo por nossas artérias e veias, sempre significaram a continuidade do viver.


A perda deste em demasia, significa a perda de conciência, respiração, movimentos e por que não dizer, a vida. Cabe ainda dizer que apenas nos vivos, este sangue flui, nos mortos, tal sangue perde esta motilidade e coagula, sendo mantido no próprio corpo durante a putrefação. Durante toda história o sangue possue algum significado na área religiosa e ou relacionada com sacrifícios, por exemplo, na era pagã, os nossos antepassados, utilizavam deste como sacrifício, provocando o seu derramamento para seus Deuses.

Até mesmo hoje em dia o sangue ainda tem essa importância, basta referirmos a Igreja Católica, onde na Eucaristia temos como representação o corpo e o sangue de Cristo.

Parece, então, apropriado que uma criatura, que é a antítese entre a vida e a morte, receba seu vigor e vitalidade de sangue oriundos de seres humanos. Para o vampiro, o ato de se alimentar do sangue é o seu viver, seu cotidiano, sua necessidade. Independente da origem ou da cultura deste.

Com o avanço dos tempos, e concomitantemente com a disponibilidade da tecnologia e medicina para as grandes massas, esta necessidade do sangue para o vampiro, sofreu suas modificações. Em alguns livros essa necessidade for a relacionada a quadros anêmicos, hipovolemia, entre outros. Até no Dracula, de Bram Stoker, temos como citação uma transfusão de sangue feita em Lucy, uma vampira, no intuito de purificar seu sangue.

Sangue é o que anima um vampiro, o que dá a este sua vitalidade, sendo que pode ser oriundo de um animal ou mesmo de um ser humano. Para exercer qualquer movimento ou atitude o vampiro necessita deste, pois o coração o bombeia para a região que está em atividade. Devido a isso sua voracidade em obter tal sangue pode ser relacionada a uma fera buscando sua presa. Anne Rice, já dizia em seus livros que tal busca pelo sangue pelo vampiro funcionaria como uma maldição ou um demônio que os faz agir de tal forma, tão impulsivo, tão violenta.

PRESAS :

Como anteriormente citado, o vampiro necessita obter sangue para sua sobrevivência, sendo assim, fora observado e citado em livros técnicos ou mesmo romances, a adaptação morfo-fisiológica para a obtenção deste sangue, que viria de uma adaptação em sua arcada dentária, com o alongamento de seus caninos, que podem ser projetados, para que assim, o vampiro possuisse maior facilidade em atingir a veia jugular no pescoço de sua vítima. O sangue também pode ser obtido via artéria radial.

UNHAS :

Na História Antiga, acrediava-se que um dos sinais característicos em um corpo, se este era ou não um vampiro, eram suas unhas. Acreditava-se que com a entrada ao mundo vampírico, a criatura perdia suas antigas unhas e desenvolviam novas, assim, corpos exumados, em tal época, que apresentavam unhas resistentes, que mesmo o corpo inteiro sendo consumido pelo fogo, estas unhas se apresentassem inteiras, estes sofriam logo a introdução de uma estaca em seu peito e eram colocados a luz do sol para serem queimados.

Já nos tempos modernos, dois grandes literatos citaram modificações nas unhas vampíricas, Anne Rice, citava seus dois famosos vampiros, Lestat e Louis, com modificações em suas unhas, sendo estas grossas, afiadas, e opacas. Já em Dracula, Jonathan Harker cita as unhas de drácula como sendo longas, finas e extremamente afiadas.

SENTIDOS :

A visão de um vampiro é impressionante. A história relata que por serem criaturas tipicamente noturnas, seus olhos sofreram modificações anatomo-funcionais, absorvendo melho a luz do meio. Há correlações também com seu polimorfismo ( capacidade de transformação do vampiro em morcegos, lobos, etc. ). Este desenvolvimento da visão também explica porque os raios de luz solares são tão prejudiciais aos olhos de um vampiro, pois são extremamente irritantes para suas retinas, facilmente danificando sua estrutura.

Quanto a audição, sabe-se que os vampiros possuem uma sensibilidade auditiva extremamente altas, infinitamente maior que a dos humanos, com isso, ele pode perceber a chegada de outros vampiros ou mesmo seres humanos, podendo se preparar para defesa e ou se esconder.

CABELOS :

Na era medieval, não temos nenhum relato quanto aos cabelos de um vampiro, porém Anne Rice, cita em seus livros, que após o ingresso ao mundo vampírico, o vampiro permanece com seu corte de cabelo, não crescendo mais, e mesmo se for cortado, retoma seu tamanho original.

PELE :

Historicamente, a pele dos vampiros era caracterizada como sendo escura e grossa, diferentemente dos dias de hoje, onde o vampiro se apresenta em filmes e histórias com uma pele extremamente branca e fria. A idéia da pele vampírica ser escura surgiu primeiramente com Paul Barber, que justificava tal fato, dizendo que os vampiros eram como corpos degradando em suas criptas, logo deveriam se comportar da mesma forma.

Porém nos dias de hoje, tal fato é extremamente combatido, pois afirma-se que por serem criaturas típicamente noturnas, os vampiros não chegam a ver a luz do sol, logo, não ocorre atividade de seus pigmentos responsáveis pelo escurecimento da pele e como consequência temos uma pele branca e suave. Pode se também, observar uma pele roseada em um vampiro, oriunda de sangue novo correndo por seu corpo.

Anne Rice descreve a pele do vampiro, como sendo transparente, obtendo a mesma cor da pele do ser humano quando este se alimenta imediatamente de sangue, clareando aos poucos, voltando a sua tonalidade transparente após tal processo. Lestat menciona em diversos momentos o uso de pó, para deixar sua pele com a coloração próxima a de um ser humano.

CORAÇÃO :

Único orgão ainda ativo em um vampiro, sendo que os outros, por não uso, se atrofiam e perdem sua utilidade. O coração funciona como uma bomba, porém, diferentemente do ser humano, não possui ritmos característicos. O coração de um vampiro perde seu controle nervoso e seus marca-passos naturais não tem mais atividade. O coração só funciona se for necessária alguma movimentação, atitude ou reflexão. Para isto, ele é responsável por enviar o sangue apenas para área em uso, assim, o gasto de sangue é muito menor e o consumo, consequentemente, também diminui.

REPRODUÇÃO :

A reprodução vampírica não se dá com membros da mesma espécie. A relação sexual, com gravidez, só ocorre quando um vampiro do sexo masculino, se relaciona com um ser humano.

Esta mulher vai conseguir captar o líquido seminal deste vampiro e desenvolver uma gestação normal, porém, seu filho terá algumas características diferenciadas, como sentir aonde os vampiros se escondem, saber diferenciar um ser humano de um vampiro, força extremamente grande, agilidade, entre outras.

Tais características são transmitidas genéticamente, geração a geração, podendo estes, se transformarem em exímios caçadores de vampiros.

Tal reprodução já era relatada desde a idade média, onde acreditava-se que os vampiros, se aproveitavam de sua sensualidade e força para possuir muitas mulheres como amantes.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Biografia Dani Filth



Dani Filth (Daniel Lloyd Davey,nascido em 25 de julho de 1973, em Hertford, Inglaterra) é o letrista, vocalista e membro fundador da banda britânica extrema - metal cradle of Filth.

Biography

. Dani nasceu a Susan Janet Moore e Lawrence John Davey e é o filho mais velho de quatro. Dani tem duas irmãs; Amanda (nascido em 1975) e Rachel (nascido em 1979) e um irmão, Philip (b.1982).Suas primeiras bandas eram Carnival Fruitcake, The Lemon Grove Kids, PDA e Festa de Excrement , e ele nomes Judas Priest, Venom, Emperor, Destruction, Slayer, Iron Maiden, Sabbat, Misfits, Paradise Lost e Tim Burton, o The Nightmare Before Christmas entre suas principais influências. Na idade de dezoito, teve um emprego em um restaurante chinês. Mais tarde ele escolheu sua carreira na música durante um estágio em um jornal, embora o seu "Dani's Inferno" coluna decorreu durante dois anos na Metal Hammer durante o final dos anos 1990s.


Cradle não tinha real bom recorde lidar (um barramento abortada relacionamento com Tombstone Records) até 1994, quando o seu primeiro álbum, The Principle of Evil Made Flesh foi liberado pela Cacophonous. Dani Filth, é o único membro remanescente da banda original da linha - up ".


Ele casou - se com sua namorada de 14 anos, teve dois filhos ,Toni, em 31 de outubro de 2005, em Ipswich, e uma filha, Luna Scarlett (nascido em 8 de fevereiro de 1999).

Ele vive em Suffolk, Inglaterra (onde tem um esqueleto em uma caixa de vidro embutidos no chão da sua cozinha) e está actualmente a trabalhar sobre a co - escrito O Evangelho de Filth com Gavin Baddeley.

Fora do Cradle, Dani apareceu no Roadrunner United CD em 2005 (vocais contribuindo para "Dawn de uma Golden Age"), e seu alto perfil, também levou a um punhado de cinema e televisão papéis.Em 2000, ele apareceu no filme Cradle of Fear como The Man - um deranged psychopath tomando vingança sobre seu pai, perseguidores - e em 2003 ele desde a voz do eponymous personagem principal do recurso - comprimento animação Dominator.Ele também apareceu durante a última temporada de Bam Margera da MTV série Viva La Bam, em um episódio envolvendo um Hummer roubados e um Cradle of Filth concerto na Pensilvânia.O episódio contou com uma porção de Cradle of Filth executar a canção "Nemesis" do álbum Nymphetamine.Além disso, a canção "Her Ghost no Fog" do álbum Midian foi utilizado no fundo no episódio "Scavenger Hunt", quando Bam caiu um piano em Ryan Dunn e Raab Himself da "Policia" carro."Her Ghost In The Fog" foi também caracterizado quando Bam e Dunn deslocou - se a um castelo na Europa para obter vinho para o aniversário de seus pais'.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

História Iron Maiden

O Iron Maiden é uma banda inglesa de heavy metal, formada em 1975 pelo baixista Steve Harris, ex-integrante das bandas Gypsy's Kiss e Smiler. Originária de Londres, foi uma das principais bandas do movimento musical que ficou conhecido como NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal). O nome Iron Maiden foi inspirado em um instrumento de tortura medieval[1] que aparece no filme O Homem da Máscara de Ferro. Esse também era o apelido da ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, que aparece nas capas dos singles Women in Uniform e Sanctuary.

Com mais de 3 décadas de existencia, 14 álbuns de estúdio, 6 álbuns ao vivo, 14 vídeos e diversos singles, o Iron Maiden é uma das mais importantes e bem sucedidas bandas de toda a história do heavy metal, tendo vendido cerca de 100 milhões de álbuns em todo o mundo[2][3]. Seu trabalho influenciou diversas bandas de power metal, thrash Metal, speed metal e death metal. Eles são citados como influência por bandas como Hazy Hamlet, Slayer, Angra, Helloween, Death, Megadeth, Dream Theater e Umphrey's McGee.

Em março de 2001, a banda recebeu o prêmio Ivor Novello Award, em reconhecimento às realizações em um parâmetro internacional como uma das mais bem-sucedidas parcerias de composição da Inglaterra. Durante a turnê americana de 2005, foi adicionada à Calçada da Fama de Hollywood.[4] A banda também está presente nas principais listas de maiores bandas de rock de todos os tempos.[5]

O Maiden já encabeçou diversos grandes eventos, entre eles Rock in Rio, Monsters of Rock em Donington, Ozzfest ao lado do Black Sabbath, Download Festival e os Festivais de Reading e Leeds.[6]

A banda têm diversas músicas baseadas em lendas, livros, histórias e filmes, entre as quais The Wicker Man, The Prisoner,Murders In The Rue Morgue, Flight of Icarus, Where Eagles Dare, Rime of the Ancient Mariner - baseada no poema de Samuel Coleridge -, To Tame a Land - da série de ficção cientifica, Duna, de Frank Herbert - e The Trooper - canção baseada no romance The Charge of The Light Brigade.


- Mascote da banda

A figura de Eddie no palco de um concerto dos Iron Maiden em Frankfurt (Alemanha), 2005.O mascote da banda é um morto-vivo e se chama Eddie the Head. Ele aparece nas capas de todos os álbuns da banda. Eddie é desenhado por Derek Riggs, mas já teve traços de Melvyn Grant no álbum Fear of the Dark. Ele também estreou um jogo de tiro chamado Ed Hunter além de diversas histórias em quadrinhos.

A banda tinha uma grande máscara (Kapuki) de uma carriola que ficava embaixo das baterias nas apresentações, e que por tubos soltava sangue (tinta vermelha) pelo nariz, sujando todo o cabelo do baterista Doug Sampson. A máscara foi batizada de "Eddie, a Cabeça" (Eddie the Head) e acabou se transformando no mascote da banda. Acabaria ganhando um corpo somente a partir da capa dos primeiros singles.

- História

Steve Harris.A história da banda se iniciou em Maio de 1975 com o baixista Steve Harris. Depois de ter suas composições rejeitadas por várias bandas nas quais participava, Steve Harris decidiu criar sua própria banda, se juntando com o guitarrista Dave Murray alguns meses depois. Trinta e dois anos depois, os dois ainda permanecem como membros do Iron Maiden.

- O Início
Harris e Murray juntaram-se a um grande número de membros durante os anos 70, tocando em diversos clubes punk de Londres. Mesmo Iron Maiden sendo uma banda de metal influenciada por Deep Purple, Jethro Tull, Yes, Judas Priest, Wishbone Ash e Black Sabbath, eles faziam um estilo mais punk no começo da carreira. O primeiro vocalista foi Paul Day, mais tarde substituído por Dennis Wilcock, grande admirador do KISS que usava fogo, maquilhagem e sangue falso no palco. Dennis deixou a banda em 1977. Em 1978, Harris e Murray estabilizaram a formação de Iron Maiden com a adição do baterista Doug Sampson e do vocalista Paul Dianno.

Se a banda soava punk anteriormente, agora ainda mais com a chegada de Paul Dianno, um dos poucos membros de Maiden que tiveram cabelo curto. Durante anos a banda foi pressionada pelas gravadoras para cortar seu cabelo e sacrificar o complexo som do metal (segundo as mesmas) a favor de uma imagem mais punk. Mas com Dianno de frontman, a banda pôde mixar os dois estilos e fazer um próprio, juntando o metal com o punk. Eles misturavam temas clássicos, ritmos de metal empolgantes e riffs de guitarra bem hardcore e rápidos.
Iron Maiden foi a sensação do circuito do rock inglês no ano de 1978. A banda tocava sem parar havia três anos ganhando um tremendo número de fãs, mas mesmo assim até essa época, eles nunca tinham gravado nada. No ano novo de 1978, a banda gravou uma das mais famosas demo tapes da história do rock, The Soundhouse Tapes. Com apenas quatro músicas, a banda vendeu todas as 5 mil cópias imediatamente, e não distribuiu a demo novamente até 1996. Cópias da versão original são vendidas hoje em dia por milhares de dólares. Duas das faixas da demo, Prowler e Iron Maiden, ficaram em primeiro lugar nas paradas de metal inglesa.

Em muitas das formações antigas do Iron Maiden, Dave Murray era acompanhado de outro guitarrista, mas grande parte de 1977 e todo o ano de 1978, Murray foi o único guitarrista de Maiden. Isso mudou com a chegada de Tony Parsons em 1979. O baterista Drummer Doug também foi substituído pelo dinâmico Clive Burr. Em Novembro de 1979, a banda assinou contrato com uma gravadora de renome, a EMI, uma parceria que durou 15 anos. Poucos antes de entrar em estúdio, Parsons foi substituído pelo guitarrista Dennis Stratton. Inicialmente a banda queria contratar o amigo de infância de Dave Murray, Adrian Smith, mas Smith estava ocupado tocando guitarra e cantando com sua banda Urchin.


Dennis Stratton
Os Primeiros Sucessos
Iron Maiden, o primeiro álbum da banda, foi lançado em 1980 e foi um sucesso comercial e de crítica. A banda abriu os concertos do Kiss na turnê do álbum Unmasked, e também abriu diversos concertos do Judas Priest. Depois da turnê do Kiss, Dennis Stratton foi despedido da banda por questões de criatividade e diferenças pessoais. Com a saída de Dennis quem entrava na banda era Adrian Smith, que trouxe uma nova melodia ao grupo. Seu estilo meio blues meio experimental era completamente o oposto da velocidade de Murray, o que deu um aspecto interessante a banda. As duas guitarras se completavam, e com eles não existiam a noção de guitarra solo e guitarra base, ambos solavam e ambos tinham notoriedade na banda, dando um aspecto de "twin lead" harmonioso. Esse estilo já existia em bandas como Wishbone Ash e The Allman Brothers Band, mas ganhou um novo nível no Iron Maiden.


Adrian Smith.Em 1981, Maiden lançou seu segundo álbum, intitulado Killers. Esse novo álbum continha os primeiros grandes sucessos da banda e eles foram introduzidos à audiência nos Estados Unidos. Killers ficou marcado como um dos álbuns mais rápidos e pesados da banda.[7]


- Anos dourados
O Iron Maiden nunca foi conhecido por usar drogas, e eram extremamente perfeccionistas nos palcos e no estúdio. O vocalista, Paul Dianno, por outro lado, sempre mostrou um comportamento auto-destrutivo, particularmente no que diz respeito ao uso da cocaína, afetando consideravelmente suas perfomances[8]. Justamente quando a banda começava a ficar famosa nos Estados Unidos, Dianno foi expulso do Maiden. Em 1982, a banda substituiu Dianno pelo vocalista do Samson, Bruce Dickinson. Nascia aí uma parceria. Bruce entrou na banda, mas exigiu ficar com cabelo comprido e disse que só iria usar as roupas que ele gostava, já mostrando muita atitude, traço característico de sua personalidade, o que o levaria a algumas polêmicas.

Dickinson mostrou uma diferente interpretação das músicas da banda, dando-lhes um tom mais melódico. O álbum de estréia de Dickinson nos vocais do Maiden foi em 1982 com The Number of the Beast. Esse álbum foi um sucesso de vendagem e atingiu o topo das paradas em todo o mundo, trazendo músicas como The Number of the Beast, Run to the Hills, Children of the Damned e Hallowed Be Thy Name. Pela primeira vez, a banda saiu em uma turnê mundial, visitando os Estados Unidos, Japão e Austrália, tocando em estádios e fazendo começar a chamada Maidenmania. Foi nessa época também que alguns grupos religiosos começaram a acusar a banda de ter um cunho satânico, afirmando que as letras do Maiden estavam repletas de cantos demoníacos, invocando o demônio e vandalizando a mente da juventude. Toda essa polêmica surgiu por causa da música The Number of the Beast, pois foi justamente a alusão explícita ao número da besta(666)que fez a música fazer sucesso.A música é baseada no filme Profecia. A banda sofreu um pouco com esses rumores e foi obrigada a colocar na frente dos discos um aviso de "letras explícitas".

Nesse mesmo tour, o produtor Martin Birch se envolveu em um acidente de carro com alguns fiéis. O reparo do carro foi uma bizarra coincidência, contabilizado como £666, um preço que Birch se recusou a pagar, optando pelo valor de £668.[carece de fontes?]

Apesar das polêmicas, o ator Patrick McGoohan não se importou em permitir que uma famosa frase sua da série, The Prisoner (O Prisioneiro), do qual era o ator principal, fosse usada no início da música de mesmo nome.


Nicko McBrain.Após o sucesso de The Number of the Beast, a banda adiquiriu prestígio internacional, ganhando status de estrelas do rock. Antes de voltar ao estúdio em 1983, Clive Burr deixa a banda para se dedicar mais à família, e as baquetas são assumidas por Nicko McBrain, e com ele lançaram quatro álbuns clássicos, todos esses receberam prêmios como discos de platina em todo o mundo:

Piece of Mind (1983) com uma pegada mais psicodélica, instrumentos com som mais abafado, trazendo Flight Of Icarus, The Trooper, Where Eagles Dare, e as progressivas composições To Tame A Land e Quest For Fire. Também sucesso de vendas. Powerslave (1984) vem logo em seguida. Notas para Aces High, Two Minutes To Midnight, a faixa título Powerslave e o épico Rime of the Ancient Mariner. A World Slavery Tour foi a maior da história do Iron Maiden, que abrangeu o biênio 84-85 e com aproximadamente 300 apresentações. Nenhuma banda tinha, até então, uma produção de palco como nesta turnê, onde se tinham sarcófagos, pirâmides, esfinges, pinturas até no chão e, é claro, um Eddie gigante, com mais de 10 metros de altura. Live After Death (1985) representou o primeiro registro ao vivo da banda. Somewhere in Time (1986) com Caught Somewhere In Time, Stranger In A Strange Land, Heaven Can Wait e Wasted Years foi o álbum seguinte. Foi nesse disco que eles fizeram experiências utilizando guitarras sintetizadas pela primeira vez.

A banda tocou para grandes audiências na América do Sul, Ásia, Austrália e Estados Unidos. Curiosamente no Chile, a banda foi impedida de tocar por causa das músicas, que supostamente faziam alusão ao satanismo.[carece de fontes?]

Todos esses álbuns continham riffs bem feitos, diversas mudanças de estilo na música, com um casamento entre letra e instrumental. O Iron Maiden quase nunca cantava sobre drogas, sexo, bebida ou mulheres. As letras das músicas da banda, diferentes das outras bandas de heavy metal, eram baseadas na literatura inglesa e em fatos históricos.

Na época as acusações de satanismo continuaram, causando controvérsias sobre mensagens ocultas em diversas músicas da banda, normalmente descobertas rodando-se a música ao contrário.[carece de fontes?] No álbum Piece of Mind uma mensagem desse tipo foi colocada no início da música Still Life. Tocando-o ao contrário, pode-se ouvir o baterista McBrain dizer: "Hmm, Hmmm, what ho sed de t'ing wid de t'ree bonce. Don't meddle wid t'ings you don't understand", seguido por um arroto. McBrain mais tarde admitiu que o trecho eram suas impressões sobre Idi Amin Dada. Ela diz o seguinte: "What ho, said the monster with the three heads, don't meddle with things you don't understand."

No mesmo álbum, o renomado escritor Frank Herbert teve um conflito com a banda quando eles pediram permissão para criar uma música com o nome de Dune. Herbert não só recusou a reivindicação, como proibiu que o Maiden usasse qualquer citação do livro na música. Steve Harris ainda tentou um encontro com o escritor, mas obteve a resposta do agente de Herbert, de que o escritor não gostava de bandas de rock, especialmente de bandas de rock pesado, como o Maiden. Por causa desse empecilho judicial, a música foi renomeada como To Tame A Land.
- Experimentos
Em 1988 a banda tentou algo diferente para o seu sétimo álbum de estúdio, Seventh Son of a Seventh Son. Este é um álbum conceitual, mostrando a história de uma criança que era possuída pelos poderes de vidência. O disco foi baseado no livro The Seventh Son de Orson Scott Card. Foi o disco mais experimental do Maiden até hoje, e é muitas vezes lembrado como o fim dos "tempos de ouro" da banda com a saída do guitarrista Adrian Smith.


Janick Gers.Adrian saíra alegando diferenças musicais, não por menos ele tentaria resgatar um antigo sonho que era o de formar sua própria banda. Uma grande turnê se formou ao longo de 88, tendo como bandas de abertura, o Kiss, Guns N' Roses, Megadeth e Metallica.

- Segunda Fase
Pode-se dizer que a banda tenha tido duas fases pois, pela primeira vez em sete anos, a formação da banda sofreu uma mudança, com a perda do guitarrista e vocalista Adrian Smith. Smith foi substituído por Janick Gers que tinha participado no primeiro disco solo de Bruce Dickinson (Tattoed Millionaire) e em 1990 eles lançaram No Prayer for the Dying. Esse álbum voltou com um Maiden mais pesado e cru que os do "tempo de ouro", mas as letras ficaram mais fracas e simples, e a música não parecia tão desafiadora como nos álbuns passados.[carece de fontes?] O vocalista Bruce Dickinson também começou com algumas mudanças no timbre de voz. Mesmo com todos esses imprevistos, o álbum foi um grande sucesso comercial[carece de fontes?] e teve diversos singles bastante tocados como "Bring Your Daughter to the Slaughter", música feita por Bruce para o filme Nightmare on Elm Street IV ou A Hora do Pesadelo IV.

Antes do lançamento de No Prayer for the Dying, Bruce Dickinson lançou oficialmente sua carreira solo e conseguiu conciliar com o Iron Maiden (Gers era o guitarrista). Ele continuou com o tour em 1991 antes de retornar a estúdio com o Iron Maiden para lançarem Fear of the Dark. Lançado em 1992, é um dos mais bem-sucedidos álbuns da banda em termos de vendagem, impulsionado pela música Wasting Love, atraindo até mesmo gente que não costumava ouvir Heavy Metal.[carece de fontes?] Outras bastante populares entre fãs foram Fear of the dark (faixa-título) e Afraid to Shoot Strangers, uma crítica à guerra.

Mesmo com o metal perdendo espaço para o grunge em 1992, o Maiden continuava a encher estádios em todo o mundo. Dickinson continuava com seu estilo de cantar. Em 1993, houve uma grande perda, quando o mesmo saiu do grupo para seguir sua carreira solo. Bruce queria explorar outras vertentes do rock, mas aceitou permanecer na banda até o final do ano, o que resultou no lançamento de diversos álbuns ao vivo. O primeiro, A Real Live One, que trazia as músicas 1986 a 1992 foi lançado em Março de 1993. O segundo, A Real Dead One trazia as músicas de 1980 a 1984 e foi lançado logo após a saída de Bruce. Ele fez sua última apresentação com a banda (até voltar em 1999) no dia 28 de Agosto de 1993. A apresentação foi filmada pela BBC, trasmitido para todo mundo ao vivo e lançado em vídeo com o nome de Raising Hell.


- Mudança
Para substituir Bruce (que procurava estilos alternativos de música), em 1994, Steve Harris chamou o vocalista da banda que abria as apresentações do Maiden na turnê passada Wolfsbane, Blaze Bayley. Este entrou na banda após um teste, porém sem concurso algum, como afirmam alguns boatos depreciativos. Bayley provou ser um bom vocalista, mas não agradou aos fãs do Maiden, que já estavam acostumados com o vocal marcante de Dickinson.[carece de fontes?] Após uma parada, a banda retornou em 1995 com o álbum de setenta minutos, The X Factor. Este disco tem a sonoridade mais distinta em toda a discografia da banda. O baixista Steve Harris passava por sérios problemas pessoais com seu divórcio e a morte de seu pai, o que resultou em músicas obscuras, depressivas e lentas (o álbum contém quatro músicas sobre guerras). As músicas do álbum que se destacam são Blood on the World's Hands e Sign of the Cross de 11 minutos. É algo que o Maiden nunca tinha explorado. A turnê passou por locais nunca visitados pelo Maiden antes como África do Sul, Israel e outros países asiáticos.


Bruce Dickinson.A banda gastou a maior parte do ano de 1996 viajando, voltando ao estúdio e desenvolvendo o álbum seguinte, Virtual XI. Contudo, o vocal de Bayley ainda estava bastante diferente para o gosto dos fãs do Maiden. Isso levou a grande parte do público a não comprar o álbum e Virtual XI não foi um sucesso, sendo o primeiro álbum da banda sem atingir a marca de um milhão de vendas pelo mundo,[carece de fontes?] o que, junto com constantes deslizes vocais ao vivo, acabou sendo a senha para a saída de Bayley. Os conflitos passaram de musicais para pessoais.

- Retorno
Em 1999, Bayley foi retirado da banda, aparentemente por consenso mútuo. Meses depois, a banda anunciou que Bruce Dickinson e o guitarrista Adrian Smith estavam retornando, o que significava que a formação clássica de 1983-1988 estava mais uma vez formada. Também Janick Gers iria continuar com os dois guitarristas clássicos: o Maiden seria a primeira banda desde o Lynyrd Skynyrd a ter três guitarristas. Logo depois do anúncio, o grupo fez uma turnê mundial, para celebrar a reunião, que foi um grande sucesso.

Em 2000, um novo período começou para o Maiden, com a banda lançando o álbum Brave New World. As músicas são mais longas e as letras falam sobre temas obscuros e críticas sociais. O grupo ganhou uma nova legião de fãs, apesar do estilo indefinido que a banda apresentou, numa tentativa de retornar às origens do Heavy Metal tradicional, e ora pendendo para algo que alguns fãs arriscam chamar de Metal Progressivo. Por outro lado, a expectativa criada com o retorno de Bruce e Adrian foi mal aceita pelos fãs mais antigos e conservadores da banda, que esperavam um álbum semelhante à época de ouro da banda.[carece de fontes?] A turnê mundial foi estendida até Janeiro de 2001 com uma apresentação no famoso festival Rock in Rio, que reuniu um público estimado de 250 mil pessoas[carece de fontes?] e rendeu um DVD de sucesso. Foi o retorno do grupo ao Brasil e também ao topo das paradas, visto a má fase da era Blaze Bayley. Agora muitos dos fãs antigos têm seus próprios conjuntos, e sua influência pode ser escutada em diversas bandas de 1990 até os dias de hoje.[carece de fontes?]


Dave Murray.Em 2003 foi lançado Dance of Death. O álbum ganhou disco de platina em diversos países[carece de fontes?] e não deixou dúvidas acerca do sucesso da banda. O conjunto também conseguiu promover alguns vídeo-clipes na MTV trazendo novos fãs para a banda. Tanto Brave New World quanto Dance of Death foram considerados pelo site Metal-Rules.com como os melhores álbuns de Metal de 2000 e 2003, respectivamente.[carece de fontes?]

Em 2005, o Maiden anunciou uma turnê em comemoração aos 25 anos do lançamento do primeiro álbum e o trigésimo aniversário da primeira formação. A banda foi para a turnê mundial para divulgar seu novo DVD, intitulado The Early Days, em que o grupo celebra as músicas do período de 1976-1983. Também foi lançado um álbum ao vivo em 2005 intitulado (Death On The Road), sendo que essa mesma apresentação foi lançada em DVD em 2006, DVD este que conta ainda com um disco extra com um documentário de 90 minutos mostrando os bastidores das gravações do álbum e da turnê mundial do Dance of Death, uma volta aos espetáculos teatrais e as mega produções dos anos 80. A Tournê foi um grande sucesso, pois o Maiden tocou pra mais de 3 milhões de pessoas em 24 países.[carece de fontes?]

Em 2006 a banda lança o novo álbum, A Matter of Life and Death, décimo quarto álbum de estúdio da banda, com músicas mais longas que o habitual do Iron Maiden, o álbum traz algumas características progressivas, que a banda já vinha apresentando nos últimos álbuns, porém agora nesse álbum com maior intensidade, junto com um som mais pesado que o mostrado anteriormente pela banda. Este álbum vem sendo considerado pela crítica especializada como um dos melhores álbuns já feito pelo Maiden, sendo considerado pela revista Classic Rock álbum do ano de 2006, e obtendo uma classificação de 5 estrelas (classificação máxima) da revista Kerrang!, que neste mesmo ano elegeu o Iron Maiden como banda mais importante nos 25 anos de existência da revista. Em 2007, a banda faz uma tour batizada de A Matter of the Beast Tour, comemorando os 25 anos de lançamento do The Number of the Beast. Neste ano ainda tocam como atração principal mais uma vez no Donnington Download Festival. Em agosto de 2007 a banda anuncia a próxima tour que se chamará Somewhere Back in Time World tour 2008, que vai ser uma volta ao passado, onde a banda executará apenas músicas dos anos 80. Grande parte da tour já foi divulgada e será uma das maiores e melhores de todos os tempos, pois só tocarão em estádios.


- Membros

- Formação atual
Steve Harris - baixo (1975)
Bruce Dickinson - vocal (1981 - 1993, 1999)
Dave Murray - guitarra (1976 - 1977, 1977)
Adrian Smith - guitarra (1980 - 1990, 1999)
Janick Gers - guitarra (1990)
Nicko McBrain - bateria (1982)

- Formações
Todas as formações do Iron Maiden
>1975-1976

Paul Day - Vocais

Dave Sullivan - Guitarra
Terry Rance - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Ron Matthews - Bateria

>1976-1978
Dennis Wilcock - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Bob Sawyer - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Ron Matthews - Bateria

>1976-1978
Dennis Wilcock - Vocais

Terry Wapram - Guitarra
Tony Moore - Teclado
Steve Harris - Baixo
Thunderstick - Bateria

>1978-1979
Paul Di'Anno - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Paul Cairns - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Doug Sampson - Bateria

>1979-1980
Paul Di'Anno - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Dennis Stratton - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Doug Sampson - Bateria

>1980-1982
Paul Di'Anno - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Clive Burr - Bateria

>1982-1990
Bruce Dickinson - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Nicko McBrain - Bateria

>1990-1993
Bruce Dickinson - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Janick Gers - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Nicko McBrain - Bateria

>1993-1999
Blaze Bayley - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Janick Gers - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Nicko McBrain - Bateria

>1999
-Atualmente Bruce Dickinson - Vocais

Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra
Janick Gers - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Nicko McBrain - Bateria



- Discografia

Álbuns de Estúdio
1980 - Iron Maiden
1981 - Killers
1982 - The Number of the Beast
1983 - Piece of Mind
1984 - Powerslave
1986 - Somewhere in Time
1988 - Seventh Son of a Seventh Son
1990 - No Prayer for the Dying
1992 - Fear of the Dark
1995 - The X Factor
1998 - Virtual XI
2000 - Brave New World
2003 - Dance of Death
2006 - A Matter of Life and Death

- Álbuns ao Vivo
1985 - Live After Death
1993 - A Real Live One
1993 - A Real Dead One
1994 - Live at Donington
2001 - Rock in Rio
2005 - Death on the Road

- Compactos
1978 - The Soundhouse Tapes
1981 - Live + One (ao vivo)
1981 - Maiden Japan (ao vivo)

- Compilações
1996 - Best of the Beast
2002 - Edward the Great
2002 - Eddie's Archive (BBC Archives, Best of the B’Sides, Beast Over Hammersmith)
2005 - The Essential Iron Maiden

- Vídeografia
1981 - Live at the Rainbow
1983 - Video Pieces
1984 - Behind the Iron Curtain
1985 - Live After Death
1987 - 12 Wasted Years
1989 - Maiden England
1990 - Up the Irons - The First Ten Years
1992 - From There to Eternity
1993 - Donington Live 1992
1994 - Raising Hell
2001 - The Number Of The Beast
2001 - Rock in Rio
2003 - Visions of the Beast
2004 - The Early Days
2005 - Death on the Road